Logo de início lembrei da Genealogia da Moral, de Nietzsche, acabei lendo o tendo como intertexto. A moral em si já não é verdadeira, é também formada com base em quaisquer alicerces humanos que sejam, a partir daí, tudo pode, ou não, ser falso, mas, distante, o é, perto, não. Muito bom!
B., não me achego muito a essa palavra "pecado", mas penso que te entendo quando diz que parecemos robôs, percebo a falsidade fortemente nas relações cotidianas.. dei uma passada em teu blog, mas logo vou ler os posts com calma..
Cat, obrigado pela indicação, parece que nos enganamos tanto que nem sei mais o que parece, o que engana, o que tanto, o que sei, o que nos, é, eu, fui
E pra que a spessoas insistem em ser o que não são??? Bruno, sei da existência de uma encomenda sua pelo Sérgio e Gabi que ainda não me chegou às mãos mas que agradeço de todo o coração, desde já!! Grande abraço, semana iluminada!
Às vezes, queremos ser vistos da maneira que não somos. Agradar? Não sei. Creio que o que somos nunca fica evidente. Tenho tido lutas intermináveis com relação a isso. Eu sou o mínimo e o máximo; o choro e o riso; o ódio e o amor... Realmente eu sou um eu que não se habita. Gostei demais do teu texto.
a vaidade é o grande pecado da humanidade, por conta dela estamos deixando de ser nós mesmos, para sermos robôs :/
ResponderExcluiratualizei meu blog, se der passa lá :D
http://pequenab.blogspot.com/
Tem um trecho de uma música que senão me engano é cantado por Maria Rita que diz,
ResponderExcluir"As aparências enganam aos que odeiam e aos que amam".
Mostrar o que não somos é mais fácil do que aceitar o que se é...
Indiquei teu blog a um selo no meu blog.
=)
Beijos!
deixei um selo em meu blog para você, depois dá uma passadinha para buscar :D
ResponderExcluir:***
http://pequenab.blogspot.com/
Logo de início lembrei da Genealogia da Moral, de Nietzsche, acabei lendo o tendo como intertexto. A moral em si já não é verdadeira, é também formada com base em quaisquer alicerces humanos que sejam, a partir daí, tudo pode, ou não, ser falso, mas, distante, o é, perto, não.
ResponderExcluirMuito bom!
B., não me achego muito a essa palavra "pecado", mas penso que te entendo quando diz que parecemos robôs, percebo a falsidade fortemente nas relações cotidianas.. dei uma passada em teu blog, mas logo vou ler os posts com calma..
ResponderExcluirCat, obrigado pela indicação, parece que nos enganamos tanto que nem sei mais o que parece, o que engana, o que tanto, o que sei, o que nos, é, eu, fui
ResponderExcluirMax.. boas lembranças do tio Nietz.. muito massa o que escreveu.. to captando ainda as palavras..
ResponderExcluirE pra que a spessoas insistem em ser o que não são???
ResponderExcluirBruno, sei da existência de uma encomenda sua pelo Sérgio e Gabi que ainda não me chegou às mãos mas que agradeço de todo o coração, desde já!! Grande abraço, semana iluminada!
Carla, acho ainda difícil ir de encontro ao que somos, me parece que a falsidade permeia muitas relações.. espero que goste da encomenda, abraço!
ResponderExcluirÀs vezes, queremos ser vistos da maneira que não somos. Agradar? Não sei. Creio que o que somos nunca fica evidente. Tenho tido lutas intermináveis com relação a isso. Eu sou o mínimo e o máximo; o choro e o riso; o ódio e o amor... Realmente eu sou um eu que não se habita. Gostei demais do teu texto.
ResponderExcluirBruno,
Paz, desejo-lhe paz.
Beijo
Jacque, acho muito boa essa sua descrição.. apesar de tentar me habitar em mim, sei que estou pouco dentro e pouco fora, e pouco sei lá onde..
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