uma grande barreira ao relacionarmos com os outros
está no julgamento que fazemos do outro por base distante,
de nossa vida - tão particular e singela..
(([o outro é o outro, são diferentes possibilidades de ser]))
que se libertem as neuroses e se perca a noção de 'eu'
vivendo os fluxos do devir, tão vivo quanto um animal
tão pequeno meu horizonte
ResponderExcluirtão limitado...
tenho um poema que começa assim, me lembrei dele agora. acho que nunca postei, vou procurá-lo.
gostei destes "fluxos do devir". muito bom.
Abraços!
E a gente acaba se perguntando, para quê servem os julgamentos e essas barreiras inúteis?
ResponderExcluir"Que se libertem as neuroses"
=]
valeu Nydia, se encontra-lo passe fiquei curioso em ler..
ResponderExcluirque libertem mesmo as neuroses, Erika.. elas atrapalham mesmo as relações..