pra escrever, não precisa ler, mas viver (sentir)
ler é um movimento, escrever é outro
com a leitura, saboreio partes das vivências subjetivas de outros..
e quando escrevo, pinto minha própria subjetividade pro papel
que não precisa se associar com as produções de textos dos outros
minha escrita tem dependência unicamente comigo
com minhas experiências de subjetividade
é portanto um resultante duma relação de eu comigo mesmo
que se usa de signos de uma cultura
(a qual estou inserido fisicamente)
mixando-se com significados particulares,
para que possa ser executada
tal como um índio
utiliza de seu corpo para sua dança de sol ou de chuva..
Experiência e discurso sobre a loucura
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Pretendo explorar neste breve ensaio a distinção entre a *loucura enquanto
experiência* e a loucura enquanto *discurso*. Essa diferença não é apenas
de t...

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