22.8.09

palavras

20 comentários:

KêDy disse...

e eu me lambuzei das pouquissimas silabas silabeantes...rsrs muito bom

Bom blog! parabéns!

e obrigada pela visita...volte sempre...bjos

Max disse...

Tentei buscar alguma ajuda nos afixos algumas dicas para as construções que fez, mas, sendo verbos, apenas o signo linguístico pode socorrer. Como as flexões não possuem um sentido, afinal, são só flexões, as duas palavras com que encerra as estrofes carregam uma polissemia bastante rica.
Pode tanto significar que poucas sílabas fazem as palavras dançar, fazendo o excesso, a prolixidade, ser um mau caminho; como pode também significar o inverso, que as poucas sílabas "cambaleiam" sem chegar a lugar algum e, com muitas, se lambuzam de significados.
Bem cíclico, bom texto!

Renata de Aragão Lopes disse...

Gostei!

Li, recentemente,
um estudo sobre
letra de música e poesia.
Fiquei encantada
com a importância da sílaba
para uma melodia.
Ainda escreverei a respeito!

Um abraço,
doce de lira

Catherine Castanho disse...

Palavras sempre dizem e está dito,
seja verdade ou mentira.
Elas são livres.

Adorei o texto,
beijos!

Renatha Pierini disse...

Muitas palavras acabam não transmitindo tudo o que poucas palavras transmitem em sua plenitude!

Adorei teu blog!
E já estou te seguindo...
Abraços

Max disse...

Vou colar aqui a propaganda que coloquei no seu post anterior:

Olha, criei meu blog com o intuito de discutir meus escritos e o de outras pessoas, mas sempre acaba caindo nos comentários generalizantes que podem ser feitos só lendo o título...
Pensando nisso acabei de criar uma comunidade pra ver se facilita essa troca de críticas, a princípio é pra divulgar meus trabalhos e o de outras pessoas,mas tudo pode mudar a depender dos rumos. Se tiver interesse, entre pra comunidade, ok?

O link:
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?rl=cpp&cmm=93495399

bruno nobru disse...

KêDy, que massa, palavras estão no ar para pescar, como a vida, sentir, lambuzar, viajar.. gostei de teu espaço 'cata tudo', vou passar por la mais vezes sim..

bruno nobru disse...

Max, eu piro nas interpretações que você faz.. curto pacas isso, não manjo de linguistica, gramatica, portugues, literatura (nunca me acheguei a essas coisas na escola) mas gosto de ver como são possíveis tantos caminhos para um trecho dentro do que você comenta, isso é muito rico, gostaria de entender mais essas coisas, não pra saber "escrever direito" mas pra ter visoes mais amplas da mesma coisa..
minha ignorância me limita a compreender pouco.. gostei demais da palavra "polissemia".. dentro do que escrevi não pensei para escrevê-lo.. mas visto agora, penso que as sílabas podem dançar e viajar mais do que as limitando, assim como nós mesmos, viajar por diferentes caminhos.. proporcionando diferentes interpretações e possibilidades de escrita e de vida.. obrigado pela interpretação intensa!

bruno nobru disse...

Renata, poxa fiquei curioso nessa relação da sílaba com a melodia da música, já tentei musicar algumas coisas que escrevo e não achei sentido musical para elas, ao mesmo tempo que sinto música ao ler..

bruno nobru disse...

Cati, obrigado!

bruno nobru disse...

Renata Pierini, tua frase me faz muito sentido, acho que por aí andam as sílabas silambendo, sem pressa de engolir sem sentir o sabor delas mesmas.. valeu!

bruno nobru disse...

Max, não sou muito bom para analisar o que leio pois não entendo nada de linguistica e tal, mas percebo que em alguns casos há uma falta de leitura daquela que se saboreie o que lê, .. interessante tua proposta inicial da comunidade, inclusive se quiser pode divulga-la no blog http://galhosnet.blogspot.com (posso te inscrever la se interessar), se puder visite tambem o http://referentis.blogspot.com

Max disse...

Bruno, não há uma necessidade do autor conhecer milhares de regras linguísticas, poéticas e afins para escrever, de fato não precisa, mas elas são necessárias para se poder interpretar com precisar o que está escrito. Mesmo que um autor pense em escrever alguma coisa, a interpretação (sem extrapolação) só é possível com ferramentas.
Digamos, se você pensar em escrever "maçã" e escrever "laranja", fica valendo a laranja rsrs, as interpretações possíveis e paralelas são muitíssimo válidas, claro, mas a interpretação é feita através da recursividade da nossa língua (com projeções de filosofia, psicologia e tudo o que puder).

Vou visitar os links que postou, quase não os vejo, raramente vejo a parte de comentários após ter feito algum no post, acho que tive sorte dessa vez rs

Abraço!

Erika M. disse...

Gosto muito de ler suas palavras
lambuzando-se de sílabas
como quem "nunca comeu mel...".

Abraço
:)

bruno nobru disse...

Max, geralmente eu interpreto por minha sensação e minha própria história, acho muito bom as diferentes possibilidades de se interpretar e perceber o mundo e as palavras.. costumo responder nos comentarios do post, pois retorno e proporciona dialogo e troca de pontos de vista, acho massa isso!

obs.: e se eu ler "laranja" e sentir "maçã", o que vai valer?

bruno nobru disse...

Erika, fique a vontade e viaje qualquer hora pelos caminhos esparsos, valeu!

Jaquelyne A. Costa disse...

Bruno,

prazer em te conhecer e ler tuas palavras...

Beijos

B. disse...

vc é um exímio escritor, ameeei seu blog, vireii freguesa com certeza!

se der dá uma passadinha no meu:


http://pequenab.blogspot.com/

beijos!

bruno nobru disse...

Jaque, obrigado, fique a vontade para viajar por aqui

bruno nobru disse...

B., obrigado mesmo pelas pelas palavras, como já virou freguesa aproveite a promoção pois está tudo de grátis..rs
vou passar em seu espaço sim.. valeu por ter indicado..